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A PERSPECTIVA ECONÔMICA DO DIREITO AO ACESSO À ÁGUA A PARTIR DO POSICIONAMENTO DAS ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS

Autores

  • Juliana Vasconcelos Maia Lemos Ufal / TJAL

Resumo

Este artigo aborda a crise hídrica sob as perspectivas da água como direito humano e bem econômico. Por meio de uma revisão bibliográfica exploratório-descritiva, analisa-se qual vertente prevalece no cenário internacional, focando na ONU e OMC. A pesquisa revela que, apesar da promoção do acesso como direito pela ONU, há um incentivo à cobrança pela água, inclusive por seus organismos. A OMC, por sua vez, prioriza a água como mercadoria. Concluímos que a ótica econômica é proeminente, e políticas de cobrança devem ser equilibradas com políticas públicas e educação ambiental para garantir acesso universal e combater o desperdício, especialmente para populações vulneráveis.

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Biografia do Autor

Juliana Vasconcelos Maia Lemos, Ufal / TJAL

Promotora de Justiça. Professora de pós graduação. Doutoranda em Ciências Jurídico-Criminais-Universidade de Coimbra. Pesquisadora Visitante do Instituto Max-Planck, Freiburg/2015. Investigadora em Projeto do IDPEE (Portugal). 

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Publicado

2025-07-29

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Seção

Artigos