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PROMPT INJECTION E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NO JUDICIÁRIO BRASILEIRO

RISCOS DE MANIPULAÇÃO, DEVERES PROCESSUAIS E A PRESERVAÇÃO DA SUBSUNÇÃO JUDICIAL COMO GARANTIA FUNDAMENTAL

Autores

  • Lucas Rodrigues da Costa

Resumo

O artigo analisa vulnerabilidades técnicas de sistemas de inteligência artificial no contexto judiciário, especificamente ataques de prompt injections que possibilitam manipulações por profissionais que agem de má-fé. Demonstra-se que princípios de boa-fé objetiva e cooperação processual estabelecem limites normativos à manipulação algorítmica maliciosa. Examina-se a lacuna do debate jurídico brasileiro sobre governança que negligencia a dimensão de segurança cibernética, privilegiando a transparência e a equidade. Propõe-se modelo de complementaridade responsável entre inteligência artificial auxiliar e subsunção judicial fundamentada como garantia constitucional irredutível. Utiliza-se metodologia dedutiva e abordagem qualitativa, incluindo análise de atos normativos, doutrina processualista e estudos técnicos sobre segurança de modelos de linguagem.

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Biografia do Autor

Lucas Rodrigues da Costa


Mestre em Direito Público pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Especialista em Direito Civil e
Processo Civil pela Fundação Escola Superior do Ministério Público do Rio Grande do Sul (FESMP/RS) e em
Direito Previdenciário pelo Centro Universitário Maceió (UNIMA/AL). Assessor jurídico. Advogado licenciado, inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil em Alagoas (OAB/AL). 

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Publicado

2026-04-17 — Atualizado em 2026-04-17

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Artigos