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A PERSPECTIVA ECONÔMICA DO DIREITO AO ACESSO À ÁGUA A PARTIR DO POSICIONAMENTO DAS ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS

Autores

  • Juliana Vasconcelos Maia Lemos

DOI:

https://doi.org/10.29327/2437258.1.10-6

Resumo

Este artigo aborda a crise hídrica sob as perspectivas da água como direito humano e bem econômico. Por meio de uma revisão bibliográfica exploratório-descritiva, analisa-se qual vertente prevalece no cenário internacional, focando na ONU e OMC. A pesquisa revela que, apesar da promoção do acesso como direito pela ONU, há um incentivo à cobrança pela água, inclusive por seus organismos. A OMC, por sua vez, prioriza a água como mercadoria. Concluímos que a ótica econômica é proeminente, e políticas de cobrança devem ser equilibradas com políticas públicas e educação ambiental para garantir acesso universal e combater o desperdício, especialmente para populações vulneráveis.

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Biografia do Autor

  • Juliana Vasconcelos Maia Lemos

    Mestra em Direito Público pela Universidade Federal de Alagoas. Especialista em Direito Internacional pelo Cedin/MG. Docente da graduação em Direito da Uninassau. Assessora da 22ª Vara Cível da Capital - Família, Tribunal de Justiça de Alagoas.

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Publicado

2025-07-29 — Atualizado em 2025-10-08

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